História da Maquiagem – Túnel do Tempo – Parte I

Bom dia, meninas!

Estreamos hoje a nova coluna semanal de maquiagem do Doce Crise, todas as quintas uma novidade! Começaremos com um túnel do tempo contando a história da maquiagem ao longo dos anos. 🙂

Vamos lá?

 

Os primórdios…

Há cerca de 10.000 a.C, os antigos egípcios estavam em processo de desenvolvendo e descoberta dos cosméticos que serviram e ainda servem como base para a maioria dos produtos de beleza que usamos hoje.

Durante todo os períodos das dinastias os antigos egípcios, tanto homens como mulheres, aplicavam maquiagem nos olhos como um pré-requisito diário. Não serviam apenas como finalidade decorativa, mas também fins medicinais, funcionando como ótimo repelente, fungicida e como proteção contra a poeira do deserto evitando assim doenças oftalmológicas.

As cores de maquiagem dos olhos mais populares, entre os antigos egípcios, eram o verde e o preto. A cor verde era aplicada nas pálpebras inferiores, enquanto o preto ou cinza escuro sobre as pálpebras superiores e cílios.

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A maquiagem era delineada em torno da área dos olhos com uma cauda expressiva que se estendia até os cantos externos dos olhos. Esta prática foi adotada mais tarde pelas mulheres da sociedade ocidental para destacar e escurecer os cílios antes da invenção do rímel.

Cerca de 100 d.C., os romanos começaram a usar manteiga e pó de cevada para se livrar das espinhas. O povo da Índia começou a usar Henna por volta de 300 d.C., como uma maneira de tingir seu cabelo, bem como para a decoração religiosa do corpo. Na Inglaterra, na Idade Média, era comum as mulheres tingirem os seus cabelos de vermelho e usarem claras de ovo em seus rostos para destacar seus cabelos.

Durante o Renascimento, só a aristocracia fazia o uso de cosméticos. E  as mulheres europeias começaram a usar uma variedade de produtos, e o cabelo loiro se tornou mais popular depois, devido à sua aparência angelical.

Em meio a diversos acontecimentos, entre os séculos XVI e XVIII, a coloração dos lábios foi proibida pela Igreja, o Cero associou os pigmentos avermelhados aos rituais satânicos. Nesta época o batom era item relega às mulheres de classes sociais mais baixas, principalmente as prostitutas… Em decorrência disso, a maquiagem perdeu alguma popularidade e foi apenas aceitável para uso, por atores.

No Reino Unido, após a morte da Rainha Vitória entra a era Edwardian ou Eduardiana, por volta dos anos 1900, a maquiagem então reconquistou a sociedade. Como anfitriãs, as mulheres deveriam ter uma aparência jovem. Elas se voltaram para comprar cosméticos em salões de beleza, totalmente em segredo, para evitar que ninguém soubesse que elas precisavam dos produtos para parecerem mais jovens.

Gostou? Então você não pode perder os próximos posts! Iremos falar da maquiagem ao longo das décadas do século XX até chegar nos dias de hoje!!!!

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Beijos e até semana que vem!!!

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Desafio um batom por dia – Semana 5

Falhei na missão, gente! Brincadeira, só o post de sexta que está saindo no domingo à noite. XD

Sexta-feira foi um dia suuuuper corrido e caótico e acabei não conseguindo parar um pouquinho para escrever as resenhas e postar pra vocês. Mas cá estamos e vamos ao que interessa:

Dia 20

Dia 20 – Sedução do Boticário
Resolvi começar a semana com um vermelho para ver se entrava no pique, porque lembro direitinho que acordei moooorta de preguiça. Parece que eu estava prevendo uma semana hardcore!
Ganhei esse batom de presente em um amigo secreto do meu grupo de jazz. Adoro a cor e textura nos lábios. A durabilidade é ok, não passou no teste do almoço e tive de retocar porque depois de comer saiu quaaase tudo.

Dia 21

Dia 21 – Fig da NYX
Adoro essa cor, mas guardo um pouco de rancor dos batons de acabamento brilho da NYX. Amo, amo, amo a marca e a variedade de cores, mas a textura e consistência dos batons brilhantes é esquisitinha (sou chata, me perdoem!), sinto sempre que estou passando algum tipo de manteiga derretida na boca, os lábios ficam escorregando e eu olho no espelhando a cada 5 minutos para ver se a cor ainda está lá. O ponto positivo é que apesar da paranoia ele até que dura bem! Depois que “seca” tudo se resolve. 🙂

Dia 22

Dia 22 – Tangerine da Payot
Quando abri esse batom essa semana, fiquei um bom tempo pensando como ele veio parar nas minhas coisas. Acho que ganhei de presente ou veio em alguma das milhões de caixinhas da GlamBox que já recebi, a verdade é que me espantei porque não lembrava da cor e fiquei apaixonada por ela! Ele estava com tanta carinha de novo que acho que na verdade eu nunca tinha usado. Apesar  da cor ser maravilhosa e o batom ter durado uma boa parte do dia, o GRANDE problema dele é: gosto de produto químico. Eca, eca, eca! Antes que alguém pense “não tava vencido?”, não, não estava. E o gosto ficou na boca uma boa meia hora o que quase me fez voltar atrás e tentar outro! Poxa, Payot, em 2015 não pode mais batom com gosto de caca, ok?

Dia 23

Dia 23 – Malva Mate da Contém 1 g
Já usei taaaaaaantas vezes esse batom! ❤
Ele é, absolutamente, um dos meus favoritos da vida! Adoro a cor, adoro que é mate, adoro que ele dura quase o dia todo e passa no teste da comida. Só amor no coração pra esse batom! Aliás, a contém 1g é uma das minhas marcas favoritas para batons mate. Nunca me arrependi!

Dia 24

Dia 24 – Vintage Intenso da Contém 1g
E pra fechar a semana bem, resolvi repetir o amor pela Contém 1g, mas dessa vez com um batom de acabamento acetinado (assim vocês não acham que eu só gosto de mate haha). O nome dessa cor foi o que me chamou a atenção na loja. Esse é um daqueles batons que a gente precisa passar algumas camadas para ver de verdade o efeito que ele dá; a primeira não cobre tudo e fica um pouco estranha, mas lá pela terceira já dá para ver todo o potencial da cor e aí é só love ❤ !

Amanhã começamos de novo! 🙂
Boa semana!