Desafio um batom por dia – semana 2

Bom dia, meninas!

Hoje é dia do resumo da semana com todos os batons que usei! Confesso que já comecei a sentir mais dificuldade para usar todos os batons. Não que faltem cores, mas às vezes a gente fica tão habituada a só usar os favoritos, né? O desafio é justamente para tirar essas cores da gaveta e ainda tem muita cor querendo aparecer! 😉

Vamos lá!

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Dia 5 – Rouge Volupté da Yves Saint Laurent (YSL)
Não usava essa cor fazia séculos e gostei bastante apesar do acabamento brilho não ser um dos meus favoritos. Não curti muito a sensação dele nos lábios, fica meio “escorregando” e fiquei paranoica olhando o espelho a cada 5 minutos para conferir se não tinha borrado. Sai fácil, mas durou até a hora do almoço, quando tive que reaplicar.

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Dia 6 – Sweet Pink da NYX
Eu estou completamente obcecada com esse batom! Comprei em dezembro para usar no réveillon e amo tudo nele! A cor (principalmente a cor!), a textura, o acabamento que é mate, mas não deixa os lábios secos, a durabilidade e o preço amigo! Os batons da Nyx com acabamento tem uma textura mais suave, quase como a de batons “brilho” no momento em que aplicamos, mas rapidamente o batom seca e o efeito mate aparece.

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Dia 7 – Oh my berry! da Maybelline
Batom bom e barato que a gente acha em qualquer farmácia! A foto não faz jus a cor que é um rosa puxado para o vinho (ou para as berries!) beeem lindinho, gosto dele para aqueles dias em que estou indecisa se quero vermelho ou rosa. Dura bem e mesmo depois de comer ainda tinha uma corzinha nos lábios!

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Dia 8 – Salsa Intenso da Contém 1g
A cor da discórdia haha! Recebi todos os tipos  de comentários sobre esse batom: quem gostou, gostou muito e quem não gostou, detestou! Eu realmente acho esse tom de rosa bem difícil de usar, não sei bem explicar o por quê, mas sempre que quero usar esse tom já fico pensando num olho diferente para fazer. Acho que é porque ele fica bem “apagado” para quem está acostumada a usar batons mais fortes. O acabamento dele é acetinado que é o meio termo entre brilho e mate. O que não gosto nele é que tenho que aplicar várias camadas até chegar a essa cor, uma camada só deixa os lábios bem estranhos e mal pigmentados.

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Dia 9 – So Rouge da Bourjois
Tenho vários tons de vermelho (assim como de rosa!), mas não sabia bem por qual começar. Comprei esse batom da Bourjois faz alguns anos e quase já não conseguia mais ler o nome da cor. Acho que foi o primeiro batom “mais caro” que comprei quando meu amor por batons começou. E claro que começou por vermelho! Vejo muitas amigas minhas dizerem que não ficam bem de vermelho, mas tenho certeza que é uma questão de costume e “conjunto”, sabe? Não adianta testar um batom vermelho de cara lavada, tem que dar uma chance, poxa! 🙂
Na minha opinião, depois que a gente se arrisca no vermelho, e aprende a gostar, vem a coragem para sair testando todas as cores do mundo!

Maquiagem deixa a gente mais bonita, mas também serve para se divertir! Tem que brincar e testar!

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A Crise do 50 e tantos batons

Oi, meu nome é Mayara Facchini e eu sou viciada em batons. (Qual seria o nome do “AA” de maquiagem?)

Mulherada, a verdade é que eu planejo esse post desde 2014, mas não tinha encontrado a melhor forma de fazer isso até a semana passada!

Era uma segunda à noite quando me veio o estalo: vou desafiar a mim mesma e me obrigar a usar um batom por dia. Assim posso usar todos eles, falar sobre eles, e arranjar uma bela desculpa caso a fraqueza vença e eu compre mais um (ou alguns…)!

Todos os dias (exceto fds, ok?) posto a foto, o nome e a marca de cada um no instagram, com as hashtags #desafioumbatompordia e #umbatompordia . Para quem se sentir desafiada, vou adorar ver as cores e fotos de vocês! 🙂

A ideia é também fazer  um resumão ao fim de cada semana com uma pequena resenha de cada um para dar minha opinião para vocês!

Esse post, é claro, vai ser exceção e sair na segunda para resumir os da semana passada!

Semana 1

 

 

Dia 1 – Flat Out Fabulous da MAC.
Esse é um dos meus queridinhos e eu já estou com saudades só de pensar que só vou poder encostar nele depois de usar todos os outros! ;(
É beeem mate e dura bem. Para mim, vai até a hora do almoço sem ter que retocar, mas é claro que depois da comida, batom nenhum resiste.

Dia 2 – Coralosa da Quem Disse Berenice
Tenho que confessar que sou um pouco anti-batons de acabamento brilho. Não me dou bem com eles! Borram fácil, saem logo e costumam transferir para qualquer copo num segundo. Mas faço um esforço quando a cor é tão linda quanto essa! Bem verão, esse coral meio-rosa/meio-vermelho eu não abro mão de ter. 🙂

Dia 3 – Bangkok da Nars
Esse batom e eu foi um caso de amor à primeira vista! Daqueles que te gritam na prateleira, sussurram no seu ouvido o quanto são lindos e depois te vencem num segundo quando você se olha no espelho (sim, sim, eu sou surtada e tenho esse tipo de diálogo com batons!). O acabamento é mate, mas tem um tiquinho de brilho que deixa os lábios com uma aparência bem saudável. Ai, esse tom de rosa! ❤

Dia 4 – Pimentada da Quem Disse Berenice
Esse também é um dos meus favoritos! Lembro direitinho de ler sobre como a cor foi elaborada a partir da junção de mel com pimenta, e correr para a loja mais próxima no dia seguinte! Um laranja avermelhado lindo, lindo que tem um cheirinho gostoso de mel com pimenta mesmo. (E não é ardido, tá? XD)

Espero que gostem e quero ver as cores de vocês!

Recomeçar

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Uma das melhores coisas da vida é que a gente sempre pode recomeçar.

Sim, os planos vão por água abaixo e nem sempre as coisas saem da forma como a gente espera; sim, às vezes criamos definições malucas sobre o que vai nos fazer feliz e de repente descobrimos que é justamente o contrário; sim, às vezes conquistamos alguns objetivos e de repente nos vemos sem saber o que fazer com a conquista, mas se tem uma coisa que 2014 me lembrou é que a vida é mágica e que cada um desses 356 dias é uma oportunidade nova de viver e colecionar memórias!

Quando eu comecei o blog no ano passado, tinha perdido minha avó, acabado de ser demitida e estava descrente da vida, achando que tudo o que eu havia construído tinha sido uma grande perda de tempo. A única coisa que ainda me parecia certa era meu gosto pela escrita. Eu escrevo desde pequena e acho que essa é a coisa mais sincera que eu faço por mim. Me alivia, tira o peso dos ombros…

Para minha surpresa, quando eu menos esperava, a vida deu uma nova reviravolta e tudo foi se encaixando aos poucos. Usei o dinheiro da demissão para conhecer NY e a Broadway, fui contratada por uma editora portuguesa que me levou para Lisboa para viver um mês incrível e cheio de dias lindos, e voltei para São Paulo para trabalhar na filial deles daqui.

E por falar em São Paulo, essa cidade… ela me suga por completo! Pisar aqui é quase como entrar em uma esteira louca e desenfreada que está sempre com pressa de viver. Por essa e outras razões, acabei deixando o blog um pouco de lado quando voltei de Portugal.

O que não muda é que eu continuo sendo uma pessoa de crises! E é por elas (e pela minha própria sanidade mental!) que eu pretendo voltar a escrever. É uma das minhas resoluções de ano novo e dessa vez escolhi apenas 5 para poder me dedicar bastante a cada uma delas:

1 – Mudar hábitos alimentares!
(Minha guerra com a balança é eterna, mas eu não desisto! Quem sabe esse é o ano de vencer?)

2 – Chegar aos 62 kg!
(São 12 meses, gente! Não é impossível, é só se agarrar na força de vontade, no sonho (não o doce! XD) e no foco!)

3 – Aprender a tocar um pouco de piano!
(sabe como é, às vezes enjoei um pouco do violão.)

4 – Investir nas aulas de canto / perder a timidez e a insegurança!
(Acredite, estão muuuito interligadas.)

5 – Voltar a escrever mais, tanto quanto antes…
(Acho que para essa nem vou precisar me esforçar!)

É isso, janeiro é sempre refrescante (apesar do calor infernal que tem feito nesses dias ¬¬’) e cheio de esperança para se aproveitar melhor a vida! Bora, 2015!

 

Cadeados do amor em Lisboa

Quem se lembra do post que fiz sobre os cadeados do amor na Ponte do Brooklyn?

Em Lisboa eu encontrei amor de Fábio com João, amor de Célia com Thomás, amor de Catarina com Cláudia, amor de Phillip com Maureen, amor de André com Lily e até o amor de um Forever Alone…

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Essa semana passeando por Lisboa encontrei mais desses cadeados românticos em lugares diferentes da cidade. Lá do alto do elevador de Santa Justa, onde vi os primeiros, tirando várias fotos e me deparando com cadeados de casais de todos os tipos, eu não pude deixar de imaginar como teria  sido cada cena. Apaixonados, trocando beijos e abraços, jurando amor eterno, ou apenas desejando juntos que aquele friozinho na barriga perdurasse ainda por bastante tempo.

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Quantos anos essas pessoas tem? Onde elas estão agora? Será que voltam de tempos em tempos para ter certeza que o cadeado continua ali? Ou fizeram uma promessa daquelas que é preciso esperar dez anos para se saber o que aconteceu? Fiquei sonhando acordada, sentindo a energia de Lisboa lá de cima e torcendo para que cada um desses casais ainda tenha o amor no coração e as borboletas no estômago. Desejei que cada um deles pudesse ter um amor de contos de fada.

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Acho que estar apaixonado é uma das melhores sensações da vida. E não acho que isso tenha a ver apenas com estar apaixonado por outra pessoa. Por mim, eu teria prendido um cadeado Eu ❤ Vida sem problema algum! Uma das coisas que eu mais gostei, foi de encontrar os cadeados em lugares diferentes. E se ao invés de sobrecarregarmos as pontes e jogar nossas chaves por aí, cada um tivesse um cantinho especial no mundo para eternizar nossos amores?

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Eu agora quero escolher um bem querido para ser meu segredo com a vida… Ando tão feliz que quase não cabe mais em mim, preciso transbordar e colocar toda essa felicidade para o mundo também.

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Ai, Lisboa… tem trazido à tona o melhor de mim!

 

 

 

Eu acredito em mágica

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Eu mal tinha acabado de postar o texto anterior a este e logo minha inspiração surgiu e pediu para que eu colocasse o tamanho da minha alegria no “papel”. Mas também… acabo de vir de um lugar tão maravilhoso! Qualquer um que passasse por onde acabei de passar, e com essa luz deliciosa de fim de tarde se sentiria explodindo de inspiração.

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Enquanto andava por esse cenário delicioso, senti a brisa fresca no meu corpo, deixei o vento me descabelar inteira e do fundo do coração pensei: estou num castelo, e tenho certeza de que sempre ter acreditado em mágica tem muito a ver com isso.  Talvez por isso meus sentidos tenham ficado à flor da pele ali. Podem me chamar de maluca… mas eu sempre tive problemas em aceitar algum tipo de religião. Não que eu não acredite em nada, muito pelo contrário. Acredito tanto no poder da vida que preferi e achei que combinava mais comigo chamar de mágica! Mágica sim porque as sincronicidades que me acontecem e os presentes que eu ganho da vida só podem vir de algum tipo de energia boa.

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Cada vez que eu supero uma crise, ou olho para trás e percebo de verdade tudo que eu já vivi, tenho muito orgulho de ter desenhado uma vida tão cheia de oportunidades e sou sempre grata por estar viva. Eu adoro rir até a barriga doer, adoro pisar em folhas secas, adoro sentir um ventinho de verão quando meu corpo está quente e tenho feito muito de tudo isso aqui. Aliás, não ria do jeito que tenho dado risada há tempos… É uma alegria que está me consumindo!

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O que eu quero dizer é que, enquanto eu estava em um castelo aqui em Portugal, eu percebi que talvez eu devesse confiar mais no que a vida prepara para mim. O final do ano passado foi um ano muito complicado e o começo desse tão conturbado quanto. Mas se eu não tivesse percorrido todos esses caminhos, não teria tido a chance de colecionar todas as memórias boas do que eu estou vivendo.

Estou há 6 dias em Portugal e ganhei um ar tão novo para respirar que nem sei como agradecer.

Obrigada, vida! ❤

 

Doce Crise em Lisboa

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A notícia surpresa chegou: minhas crises estarão em Lisboa durante esse mês!

Como vocês sabem, comecei o blog depois de sair do meu emprego e depois de ter ficado sem férias por quatro anos. Tirei um mês para mim, fui para Nova York, Richmond e Washington e, agora, como a vida é boa, ela me trouxe para Lisboa a trabalho!

Mas como nem tudo é um mar de rosas e este é um blog sobre crises, vamos a elas! Tudo começou com um chororô danado de pré-saudade do meu namorado e da minha família e um lindo atraso de cinco horas do voo. Eu disse CINCO. E isso nunca tinha me acontecido antes. Pela primeira vez na vida, eu precisei transportar medicamentos em um avião e os danados precisavam ser conservados em geladeira. O que aconteceu? Mesmo com o frio de São Paulo, mesmo com uma porção de gelos dentro do isopor, mesmo comigo falando sobre eles o tempo todo, mesmo conseguindo um espacinho na geladeira do avião… Quando finalmente fui abrir a embalagem: metade da quantidade estava estragada e foi para o lixo.

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Mas, chegando a Lisboa, nosso hotel (meu e da menina que veio comigo (calma que eu já explico tudo)), era lindo e confortável. Todo preto (não tô brincando, gente, até o banheiro era preto), mas lindo e confortável. O problema é que eu não sou muito boa de sono em aviões e fuso-horários. Dormi super cedo, acordei no meio da noite, não durmi mais e fui para o meu primeiro dia de trabalho na editora um CACO. Estilo zumbi.

Mas então, o que é que eu vim fazer aqui? Para quem não sabe: eu faço livros. Sou editora e desde 2009 trabalho no mercado editorial do Brasil. Vim para cá para fazer um treinamento em uma editora portuguesa que abrirá a filial no Brasil ainda este ano. Eu e a Vitoria, que é dona do blog A Vi Viu, estamos aqui em Lisboa aprendendo a viver esta nova vida por um mês enquanto trabalhamos com o que é uma paixão para nós duas: livros.

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Para ser sincera, o que nos tem deixado mais apaixonadas nesses dias é nosso apartamento e as vistas lindas que temos ao redor… A paisagem que vemos do nosso banheiro é um privilégio e transmite uma calmaria tão grande que qualquer crise vai embora.

(Podem ficar babando com a nossa “morada”. Não é liiiinda? A última foto é a da vista do banheiro.)

E é assim que eu sempre tento levar meus dias. Vivo de fúrias e doçuras e acho que essa é a melhor forma de viver a vida, aproveitando todos os momentos, mesmos os ruins, para poder perceber com toda a sensibilidade a beleza das coisas boas.

Nova fase

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Eu não lembro quando foi, mas um dia eu acordei e vi a vida de outro jeito. Eu me apaixonei por ela, me apaixonei pelas oportunidades que cada dia pode trazer, aprendi a aceitar cada emoção que meu corpo me pedia para viver e percebi que esse relacionamento eu-vida vida-eu é um dos poucos que vai durar até o fim dos meus dias. É por isso que eu sempre converso comigo mesma e sempre tento resolver minhas crises.

Hoje, enquanto eu estava dirigindo nesse frio e nessa chuvinha chata de São Paulo, Epitáfio dos Titãs começou a tocar na rádio, numa versão acústica deliciosa (e eu adoro acústicos!). A música é antiga, mas sempre que eu ouço eu percebo que não quero sair do mundo sem sentir toda a magia que ele tem.

“Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer”

Quero uma vida dessas que eu leio nos livros, que eu vejo nos filmes. Quero dar o melhor de mim em tudo o que eu puder porque foi assim que as minhas heroínas fizeram as histórias delas. Eu quero uma, ou duas, ou até três páginas cheias de detalhes de cada dia que eu vivi. Acho que essa é uma das razões pelas quais eu sempre amei ler e escrever.

A partir de sábado, uma nova fase vai começar para mim. Uma fase daquelas que mudam tudo, mudam o jeito de ver o mundo e a forma como a gente lida com as coisas. Sabe quando o que a gente está para viver é uma coisa tão boa que dá medo de falar em voz alta? Parece que, se eu disser, a realidade virá correndo com um balde de água fria. Só que eu não vou deixar! 🙂

Por enquanto, eu digo para vocês que envolve livros e um destino novo e logo, logo vocês vão saber!